História da Atlântida – parte V


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 Atlântida


A Atlântida no mundo - ano 2702 dFA

 

Do ano 2500 a 2702 dFA (depois da Fundação de Atlântida)

A partir de 2500, as relações entre Atlântida e Agartha deterioraram-se rapidamente, uma vez que ambos os impérios visavam a conquista de todo o mundo e viam o outro como seu único rival. Esses atritos, porém, permitiram ao que restava dos lemurianos (incluindo a comunidade isolada em Rapa Nui), dos hiperbóreos (em Thule) e dos helcarianos e mughals livres (no extremo Norte) jogar com essas rivalidades para preservar sua liberdade e combater a ocupação estrangeira.

Um incidente de certa importância foi a rebelião contra Agartha, em 2543, de uma comunidade de origem mestiça. Sob a proteção dos atlantes, proclamou a pequena república independente de Ofir.

Atlântis cresceu enormemente, tornando-se tão grande quanto havia sido Babel no auge de sua prosperidade. Quanto à própria Babel, voltou a crescer e ocupar todo o espaço dentro de suas imponentes muralhas, como capital do reino vassalo atlante da Caldéia. Mênfis, como capital do reino vassalo de Khem, também recuperou a prosperidade perdida e Daitya voltou a ser um dos mais importantes centros comerciais do planeta. Outras grandes cidades do Império Atlante tornaram-se muito maiores e mais ricas do que jamais haviam sido, com destaque para Themiskyra, capital da província do Mar de Tétis, governada pelas amazonas.

A cultura de Agartha, mais militarista e austera, desprezou o luxo e o comércio, mas deu espaço à indústria, principalmente a militar. Na costa continental em frente à ilha de Shamballa, finalmente se completou o complexo batizado como Manova, hoje a terceira maior cidade do mundo. A maioria das demais cidades dos agarthianos e seus vassalos, porém, conteve-se dentro de dimensões relativamente modestas. Destacam-se, porém, Ravipura e Ayodhya, no reino de Bharata, Sabá e Uqbar, na Arábia, Hiranipura, nas terras conquistadas aos lemurianos, Yangsheng, no antigo território mughal e Atenas, capital da Acaia.